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Crianças e adolescentes autistas fazem visita a UFERSA

Crianças e adolescentes que fazem parte da Associação de Pais e Amigos de Autistas de Mossoró e Região (Amor) visitaram a UFERSA na manhã do dia 07 de maio. Eles foram recebidos pela titular da Coordenação Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Inclusão Social (Caadis/UFERSA), Fernanda Kallyne Rêgo Oliveira. A programação aconteceu pela manhã e teve início na vacaria, passando por locais como o Centro de Multiplicação de Animais Silvestres (Cemas), o projeto NATIVA e o Setor de Mudas da universidade.

“Foi uma manhã muito proveitosa proporcionada pela universidade” disse o presidente da Associação Amor, Arnon Dutra. “A gente espera que eles possam conhecer e se familiarizar com a instituição para que, ao se tornarem adultos, eles tenham interesse em voltar e fazer dessa a casa deles”.

Para Graça Nunes, que é mãe de um jovem autista e faz parte da Associação Amor, conhecer a UFERSA por dentro foi uma experiência única. “Foi uma riqueza, porque muitas crianças que vivem em Mossoró não conhecem um animal silvestre, nunca viram um pé de milho ou de feijão”, enumera ela.

Fernanda Kallyne, coordenadora geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Inclusão Social (Caadis), diz que o momento da visita de crianças e jovens autistas foi pensado com muito cuidado. “Foi uma forma de abrir as portas para que as pessoas conheçam esse nosso universo acadêmico, já que muitas vezes as pessoas veem a universidade por fora dos muros e não saibam exatamente o que se faz aqui”, diz ela.

As pró-reitoras de Gestão de Pessoas da UFERSA, Raiane Galvão; e de Graduação, Kátia Cilene Moura, também participaram da visita e representaram a reitora Ludimilla Oliveira.

CEMAS
Um local que atraiu a atenção dos visitantes foi o Centro de Multiplicação de Animais Silvestres (Cemas), coordenado pelo professor Moacir Franco. O local abriga emas, cutias e catetos e não costuma ser aberto ao público externo justamente pela característica dos animais. “Vocês vieram da vacaria e viram de perto alguns animais domésticos”, disse o professor Moacir ao recepcionar o grupo. “Agora nós vamos conhecer algumas espécies que nós não podemos criar ou ter numa fazenda”.

O CEMAS faz parte do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal da UFERSA e serve de laboratório para estudantes de diferentes cursos de graduação e de pós-graduação, sobretudo aqueles vinculados à área de ciências agrárias.

Ufersa

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